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	<title>Base Comunicação</title>
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	<description>Estúdio de Comunicação Digital</description>
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		<title>Atividade na Base</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 13:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Base Comunicação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividades]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Nossa missão é ser útil, simples e objetivo na construção dos projetos que atuamos.</p><p>O post <a href="/atividade-na-base/">Atividade na Base</a> apareceu primeiro em <a href="/">Base Comunicação</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><div class="videoContainer"><iframe src="//player.vimeo.com/video/108823620?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ffffff" width="638" height="359" frameborder="0" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></div></p>
<p><strong>Nossa missão é ser útil, simples e objetivo na construção dos projetos que atuamos.</strong></p>
<p>O post <a href="/atividade-na-base/">Atividade na Base</a> apareceu primeiro em <a href="/">Base Comunicação</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>O design responsivo elimina a necessidade de um app?</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2014 14:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Base Comunicação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividades]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Enquanto alguns usuários se beneficiam dos aplicativos, muitos podem encontrar na construção do site com design responsivo uma forma eficiente para servir seus clientes em smartphones e tablets.</p><p>O post <a href="/o-design-responsivo-elimina-a-necessidade-de-um-app/">O design responsivo elimina a necessidade de um app?</a> apareceu primeiro em <a href="/">Base Comunicação</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/base/wp-content/uploads/2014/10/mobile-commerc.jpg" alt="mobile commerc O design responsivo elimina a necessidade de um app?" width="638" height="337" class="alignnone size-full wp-image-1194" title="O design responsivo elimina a necessidade de um app?" /></p>
<p>Enquanto alguns usuários se beneficiam dos aplicativos, muitos podem encontrar na construção do site com design responsivo uma forma eficiente para servir seus clientes em smartphones e tablets.</p>
<p>Não é segredo pra ninguém que só se fala em mobile. De acordo com a Forrester Research Inc., 29% das vendas online deste ano (com exceção de comida e viagem) serão feitas a partir de um smartphone ou tablet. O mercado não pode ignorar esses números. O tempo para capitalizar no m-commerce é agora.</p>
<p>Para as empresas de hoje, a questão não é se elas vão abraçar o mobile, e sim como farão isso. É natural assumir que os aplicativos são necessários para alcançar a audiência mobile. De fato, há alguns anos, os apps de mídia prometiam a melhor experiência mobile para os usuários. Recentemente, porém, o advento do design responsivo e outras tecnologias avançadas de web mudaram o jogo do mobile. Hoje, apps podem não ser necessariamente a melhor opção para criar a experiência top no mobile.</p>
<p>Apps possuem algumas limitações. Por exemplo, eles podem geralmente criar barreiras para as vendas porque requerem download, o que implica um passo a mais para o consumidor em potencial. Compradores casuais podem não querer se comprometer tanto a ponto de baixar o aplicativo, especialmente se eles estão à procura de um item em particular e não se importam com o local onde vão encontrá-lo. Os apps para mobile podem funcionar bem para aqueles clientes recorrentes e fiéis à marca que só compram em determinados locais.</p>
<p>Além disso, a manutenção do aplicativo pode ser um problema. Com as múltiplas plataformas e sistemas operacionais a considerar, produzir um app que seja útil para a massa, na verdade, requer desenvolver algumas versões diferentes do app para atender a várias necessidades tecnológicas. Isso significa mais investimento em tempo e recursos, não apenas durante o desenvolvimento inicial do app, mas toda vez que ele precisa ser atualizado. Uma alternativa é optar pelo design responsivo no site para direcionar as necessidades mobile, o que significa que as empresas podem colocar o tempo e recursos em um website e ter a garantia de que todas as atualizações vão refletir instantaneamente nos dispositivos e plataformas.</p>
<p>Com as opções tecnológicas disponíveis hoje, a maioria das companhias pensa duas vezes em investir em desenvolvimento de aplicativos. Porém, existem exceções. Grandes varejistas como a Amazon são beneficiados com os aplicativos por conta da quantidade e da diversidade de produtos em suas lojas. Para marcas que oferecem muito conteúdo, como blogs, vídeos e indústria de notícias, como parte de sua experiência online, também pode valer a pena manter um app.</p>
<p>Para a maioria das empresas, melhorar a experiência do cliente é reduzir as dificuldades no fluxo de compra e, para muitos consumidores, baixar um app é um obstáculo. Não há dúvida de que o mobile é uma preocupação importante hoje no varejo online. O boom dos aplicativos é compreensível, mas eles nem sempre podem ser a melhor opção para alguns varejistas que precisam oferecer um nível alto de experiência aos seus clientes.</p>
<p>Fonte: iMasters.</p>
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		<title>Produção de vídeo para o site Base Bmx</title>
		<link>https://basecomunicacao.com/producao-de-video-para-o-site-base-bmx/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 20:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Base Comunicação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividades]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Base Comunicação em parceria com a Base Bmx, criou o novo vídeo do piloto Anderson Ribeiro.</p><p>O post <a href="/producao-de-video-para-o-site-base-bmx/">Produção de vídeo para o site Base Bmx</a> apareceu primeiro em <a href="/">Base Comunicação</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Base Comunicação em parceria com um dos seus clientes, produziu o novo vídeo do piloto Anderson Ribeiro. Filmado na pista de Jundiaí/SP, a produção explora todos os obstáculos. Confira esse novo projeto:</p>
<p><div class="videoContainer"><iframe src="//player.vimeo.com/video/107154869?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ffffff" width="638" height="309" frameborder="0" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></div><em>Anderson Ribeiro &#8220;Kakaroto&#8221;</em></p>
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		<item>
		<title>Pesquisa: mídia social é prioridade de investimento para PMEs</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2014 16:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Base Comunicação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividades]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Dados da BIA/Kelsey afirmam que essa mídia é também a mais utilizada por pequenas e médias empresas.</p><p>O post <a href="/pesquisa-midia-social-e-prioridade-de-investimento-para-pmes/">Pesquisa: mídia social é prioridade de investimento para PMEs</a> apareceu primeiro em <a href="/">Base Comunicação</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O social é a principal plataforma de mídia das pequenas e médias empresas em termos de investimento e utilização. Segundo relatório da BIA/Kelsey, relativo ao terceiro trimestre de 2014, 74,5% das PMEs – companhias com menos de cem funcionários – preferem esse meio para anunciar e promover a marca. No ano passado, esse índica era de 71,7%.</p>
<p>O estudo também observou que negócios de menor porte destinam 21,4% do budget em mídia social, mais do que em qualquer outra plataforma de mídia. Em 2013, o investimento foi um pouco menor (18,9%).</p>
<p>“O social está em evidência há cinco anos e chegou a um ponto em que é a categoria mais utilizada em termos de alcance, além de comandar o maior share de todas as categorias”, afirma Steve Marshall, diretor de pesquisa da entidade.</p>
<p>A pesquisa, intitulada “Local Commerce Monitor”, está em sua 18ª edição. Nesse ano, foram entrevistadas 546 PMEs no mês de julho. Pouco mais da metade das empresas (52,2%) prestam serviços a consumidores; 30,8% prestam serviços tanto a consumidores quanto a negócios; e 15,6% são negócios B2B.</p>
<p>A utilização de publicidade impressa e outdoor diminuiu em relação ao ano passado: de 63% caiu para 59,3%. Em termos de investimento, esses dois meios corresponderam a um total de 18,5% do budget das empresas participantes, contra 20,9% no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>“Juntos, o impresso e o outdoor trocaram de lugar com o social sob os aspectos de alcance e share de investimento”, diz Marshall. “Essa é a mídia dominante para PMEs. É uma plataforma conveniente e amigável em que podem se conectar com o mercado local. Além de ser barata e com poucas barreiras de participação”, completa ele, dizendo que qualquer um pode veicular anúncios e promoções na social media.</p>
<p>O Facebook é o canal mais utilizado pelas empresas (55,1%), seguido pelo LinkedIn (31%).</p>
<p>Porém, embora PMEs estejam aderindo à mídia social para promover seus negócios, ainda não estão confiantes quanto ao ROI desse meio em comparação com outras plataformas estabelecidas.</p>
<p>Apenas 26,2% das empresas avaliaram o ROI como “excelente” ou “extraordinário”. Os três canais mais eficientes para gerar retorno sobre investimento, segundo os participantes, são banner ou display (59,3%), áudio em streaming (57,7%) e ofertas distribuídas em smartphones ou tablets (54%).</p>
<p>Fonte: Proxxima. </p>
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		<title>comScore: cai acesso à internet a partir de PCs e laptops</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2014 16:45:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Base Comunicação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividades]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Estudo anual revela comportamento de navegação no continente latino-americano.</p><p>O post <a href="/comscore-cai-acesso-a-internet-a-partir-de-pcs-e-laptops/">comScore: cai acesso à internet a partir de PCs e laptops</a> apareceu primeiro em <a href="/">Base Comunicação</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da quantidade de internautas ativos ter crescido 17% em um ano na América Latina, a quantidade de tempo gasto online caiu em toda a região, incluindo o Brasil, de acordo com dados do estudo “2014 LATAM Digital Future in Focus“, da comScore, que contabiliza apenas a navegação feita a partir de PCs e laptops, desconsiderando os dispositivos móveis.</p>
<p>Em 2013, os latino-americanos gastavam 26,1 horas online por mês, e os brasileiros, 35,6 horas. Neste ano, o tempo online dos latino-americanos caiu para 21,7 horas e o dos brasileiros para 29,4 horas. Os uruguaios passaram a ser os consumidores que mais horas ficam online por mês no continente: 32,6 horas. Em comparação com estudo de 2013, a América Latina responde agora por 10% da audiência Global da Internet, em vez de 9%.</p>
<p>No caso das redes sociais, a audiência na região cresceu 15%, entre junho de 2013 e junho de 2014, atingindo 167,43 milhões de visitantes únicos. Cinco países da América Latina estão entre os Top 10 em alcance no mundo, com alcance acima de 96. O Brasil não é um deles. O País está posicionado abaixo da média latino-americana (95), apesar de concentrar maioria dos usuários do Facebook, segundo a própria rede social, que em seus números inclui também os acessos via plataformas móveis. </p>
<p>Fonte: Proxxima.</p>
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		<title>Consumo de vídeo em streaming encosta na TV</title>
		<link>https://basecomunicacao.com/consumo-de-video-em-streaming-encosta-na-tv/</link>
		<comments>https://basecomunicacao.com/consumo-de-video-em-streaming-encosta-na-tv/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2014 15:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Base Comunicação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividades]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Segundo Ericsson, nova edição do estudo TV &#038; Media do ConsumerLabs mostra que diferença no uso das duas mídias é de apenas dois pontos percentuais.</p><p>O post <a href="/consumo-de-video-em-streaming-encosta-na-tv/">Consumo de vídeo em streaming encosta na TV</a> apareceu primeiro em <a href="/">Base Comunicação</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O streaming de vídeo está encostando na TV tradicional. De acordo com a edição deste ano do relatório TV &#038; Media, do Consumer Labs da Ericsson, 75% dos usuários assistem a conteúdo online programado por eles próprios, várias vezes por semana, em comparação aos 77% que assistem a programas de televisão com grade fixa no mesmo período.</p>
<p><img src="/base/wp-content/uploads/2014/09/base-streaming1.jpg" alt="base streaming1 Consumo de vídeo em streaming encosta na TV" width="638" height="399" class="alignnone size-full wp-image-1165" title="Consumo de vídeo em streaming encosta na TV" /></p>
<p>A mais recente edição anual do estudo revela também mostra que um em cada cinco usuários (19%) está disposto a pagar pela possibilidade de acessar seu conteúdo preferido de qualquer dispositivo – um aumento de 25% em apenas dois anos. No Brasil, 48% dos entrevistados pagariam por um serviço de TV personalizado, que recomenda canais e serviços baseados nos hábitos de consumo pessoais.</p>
<p>Os resultados, consolidados a partir de entrevistas com mais de 23 mil pessoas em 23 países, entre eles Brasil, México e Chile, mostra que a mudança no comportamento do usuário continua a motivar inovações nas indústrias de TV e mídia, distanciando-se de formatos e modelos de negócio antigos, além de levar a uma era de entretenimento de alta qualidade on demand.</p>
<p>O aumento do tempo gasto assistindo a um conteúdo em smartphones e tablets pode ser visto com base nos dados locais: os entrevistados brasileiros assistem 1h46 a mais de conteúdo em vídeo em smartphones do que assistiam em 2012. No Brasil, 40% dos entrevistados assistem diariamente, em seus smartphones, vídeos produzidos por outros usuários – dado que marca a tendência da busca do usuário por criar o próprio conteúdo.</p>
<p>O uso de gravador de vídeo digital (DVR) tem ajudado a continuar a tendência de binge viewing, termo que em inglês designa o comportamento viciante de assistir a séries de uma vez só. Essa tendência começou com os boxes de seriados de televisão e filmes e tem se acentuado com o fato de que muitos espectadores migraram para assinaturas de serviços de vídeo on-demand (S-VOD), como Netflix e Hulu.</p>
<p>Ainda segundo o relatório da Ericsson, 48% dos usuários afirmaram que gostariam de assistir sequencialmente episódios de seriados, como “Breaking Bad” e “House of Cards”, lançados juntos e em um formato que permite escolher quando assisti-los ao invés de esperar um novo episódio ser lançado toda semana. </p>
<p>Fonte: Meio &#038; Mensagem.</p>
<p>O post <a href="/consumo-de-video-em-streaming-encosta-na-tv/">Consumo de vídeo em streaming encosta na TV</a> apareceu primeiro em <a href="/">Base Comunicação</a>.</p>]]></content:encoded>
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