Navegar é preciso – Paratii entre dois polos, Amyr Klink

Publicado por | 15 jan, 2012 | Cultura |

amyr klink Navegar é preciso   Paratii entre dois polos, Amyr Klink

Um homem precisa viajar por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés pra entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do calor – e o oposto. Sentir a distância.

Texto da orelha do livro, escrito por Juca Kfouri.

“Bem-vindo a bordo. Você vai começar a fazer uma viagem inesquecível. Aliás, duas viagens. Uma, calma, saborosa, sem sobressaltos ou tédio. A outra, plena de aventuras, repleta de emoções, rumo ao desconhecido.

Ambas têm como comandante uma figura rara. Alguém capaz de navegar com rara competência pelo mundo das letras e pelos oceanos do mundo. Amyr Klink é mesmo um brasileiro notável. Como poucos sabe viver experiências incomuns, o que por si só justifica uma existência. Além disso, é também extremamente talentoso para contar sua epopéia.

A primeira viagem você faz ao saborear este Paratii: entre dois pólos. A segunda será feita dentro do barco, sem enjoar.

paratii Navegar é preciso   Paratii entre dois polos, Amyr Klink

Capa do livro

Quinhentos anos depois que os europeus e suas caravelas chegaram à América, um brasileiro relatra a expedição que o levou à Antártida, tendo como companhia apenas os albatrozes e os pinguins. E dormindo só 45 minutos por vez, o tempo exato de cada período de um jogo de futebol.

O navegante solitário, livre por natureza, percorreu milhas e milhas para…ficar preso. Preso pelo gelo e por opção. Solto para sonhar diante da imensidão, entre o céu e o mar, o sol e as estrelas. Treze meses absolutamente ímpares nos quais nunca um dia foi igual ao outro, no continente branco que é multicolorido, tão árido e tão vivo simultaneamente.

Amyr Klink se encontra no mar. O nosso encontro é no livro. Amyr no mar é como sereio, meio homem, meio peixe. No livro é um sábio, poeta das melhores histírias do século XX, quando o homem domou o espaço sem perder o fascínio que as ondas não param de despertar.

Icebergs, tempestades, leões-marinhos, dias longos, noites curtas, reflexões sem fim. Visitas humanas aqui e ali, mais ali do que aqui.

Cristóvão Colombo há de desculpar. Mas é inegável a vantagem de Amyr Klink. Mais que um continente, Amyr descobre a vida e não causa polêmicas. Ele é uma unanimidade como navegador e escritor.”

O livro é bom e a Base recomenda. Navegar é preciso. Com e sem internet.

Saiba mais sobre as proezas do Amyr nos links abaixo:
http://amyrklink.com.br/
http://www.facebook.com/pages/Amyr-Klink/108571595834801?ref=ts
http://www.flickr.com/photos/52237954@N06/
http://www.youtube.com/user/amyrklinkoficial